
Toda vez que eu vejo um rapaz, digamos, alternativo, do tipo tatuagens mil, alargador na orelha, calça baixa com cueca à vista, piercing… enfim, o kit bad boy completo, eu fico imaginando duas coisas. Me desculpem esses “bons moços”, mas a primeira coisa que lembro é o quanto dói um parto para aquele bebê virar essa criatura. Você carrega aquela barriga 9 meses, passa pelo parto, depois cuida daquela coisinha mais fofa, gorduchinha, cheirosinha… depois o cara põe um treco dread na cabeça que impede de lavar os cabelos. É demais para o entendimento de uma mãe. A segunda coisa, muito pior, que me aflige a alma e dói lá no fundo, é imaginar que uma das minhas filhas, lindas, amadas, princesas, criadas a pão-de-ló, chegarem em casa e me apresentarem um ser desse como namorado. Ai, God! É demais para o coração de uma mãe.
Mas acho que pensando nas inocentes mães do planeta, a Vichy lançou Leia mais













