Nesse último post da série ESPECIAL CORPORAL, vou falar de celulite.
Num domingo, saimos com as meninas para almoçar. Havia caído uma garoa fininha e os brinquedos do restaurante estavam úmidos. Mas mesmo assim, elas brincaram até. Ficaram imundas, claro.
Eu havia prometido que elas tomariam sorvete após o almoço, mas no restaurante não tinha. Por estarmos perto do BH Shopping, e elas me cobrando a promessa, passei lá com elas quando saímos do restaurante. Imundas. Mais vale uma diversão do que um desfile. Então, fui com meus “panos de chão” tomar sorvete.
Tomando seu sorvete, eis que cai uma minúscula gota de sorvete de baunilha (nem foi de chocolate!) na blusinha imunda da Ana Luísa, minha filha de 2 anos. Pronto. A confusão estava armada. Ela queria trocar a blusa de todo jeito enquanto eu tentava convencê-la de que aquela gotinha era apenas mais uma sujeirinha numa blusa TODA suja.
Mas não teve jeito. Fomos embora com a dona encrenca chorando para trocar a blusa, já que só tinha uma limpa em casa.
Celulite é assim: ele estraga a perna inteira, não é só localizada em um pontinho. Portanto, os métodos de tratamento não devem ser localizados, mas preferencialmente devem cobrir uma região inteira. Todo o bumbum, ou toda coxa, ou ambos ao mesmo tempo.
Por isso, o aparelho que mais gosto é a endermologia. Uso o Dhermia, porque é potente e não causa flacidez. Pelo mesmo valor, é tratada toda celulite do todo o bumbum e a coxa, até o joelhos, com ênfase obviamente nas partes piores.
Para manutenção, o ideal é a drenagem linfática, que é outro método que vai trabalhar toda a perna, desde os pés, além do bumbum.
Celulite é assim. Não dá para focar na gotinha de sorvete.
















